Jesus Cristo, Jesus Cristo Homem, Jesus Cristo Fotos, Jesus Cristo Frases – Jesus de Nazaré

Jesus Cristo, Jesus Cristo Homem, Fotos, Frases, Jesus de Nazaré

Jesus (8-4 a.C. – 29-36 d.C.) é a figura central do cristianismo. Para os cristãos, Ele é a encarnação de Deus, o "Filho de Deus", que teria sido enviado à Terra para salvar a humanidade. Ele foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos e ressuscitou no terceiro dia (na Páscoa). Embora tenha pregado apenas em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judéia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte e ressureição. Ele pode ser considerado como uma das figuras centrais da cultura ocidental.
O nome próprio
Jesus (do hebraico>grego = Deus que salva) é nome próprio, frequente na Bíblia, que, no seu sentido mais forte, foi anunciado pelo Anjo a Maria e a José (Lc 1,31; Mt 1,21) e por eles dado ao Menino quando circuncidado oito dias depois de nascer (Lc 2,21). «Ao nome de Jesus, todos os joelhos se dobrem…», exclamou S. Paulo num dos seus mais belos hinos (Fl 12,9-11); e foi em «nome de Jesus Cristo Nazareno» que os Apóstolos Pedro e João fizeram um dos mais retumbantes milagres (Act 3,6; 4,10).

Os seus títulos
O Evangelho de Mateus (1,23) identifica Jesus com o *Emanuel (= Deus connosco) da profecia de Isaías (7,14). Entre os seus conhecidos era tratado por “o filho do carpinteiro (José)”; e em círculos mais alargados pelo nome gentílico de “Nazareno” ou por Rabi ou Mestre. O título principal, repetido dezenas de vezes no Novo Testamento, é o de Cristo, tradução grego do hebraico *Messias, que se traduz por “Ungido” ou penetrado pelo Espírito Santo para o exercício da missão de salvação que na Bíblia se reconhecia aos reis, sacerdotes e profetas. No grego (e noutras línguas, como o francês), este título é precedido do artigo definido “o”, para significar que Jesus-o-Cristo é por excelência o Messias salvador. O Novo Testamento considera realizadas em Jesus Cristo várias figuras que no Antigo Testamento aparecem como proféticas: Ele é o novo Adão, o novo Moisés, o novo Elias, o Homem celeste, o Cordeiro de Deus, o Bom Pastor, o Filho de David, o Servo de Javé, etc. A si mesmo, Jesus Cristo gostava de se chamar o *Filho do Homem, para expressar a sua natureza humana marcada pela fragilidade. O título de *Filho de Deus, comum no Antigo Testamento em sentido genérico, é dado no seu sentido pleno a Jesus Cristo pelo Novo Testamento e pela tradição cristã. A teologia trinitária vê nele a *Palavra (em latim, Verbum e, em grego, Logos) por que Deus exprime o conhecimento que tem de si mesmo, o que analogicamente é visto como geração do Filho por Deus-Pai. A tradição cristã, depois da divindade de Jesus Cristo se ter manifestado na sua ressurreição, passou a dar-lhe o nome divino de *Senhor (em grego, Kyrios), que entra na terminação das orações litúrgicas: «Por nosso Senhor Jesus Cristo que é Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo». V. Cristo (-Rei).

Traços biográficos
O que sabemos de Jesus Cristo, da sua vida e da sua obra, encontramo-lo quase exclusivamente na Bíblia e, em especial, nos Evangelhos. Em traços gerais, por volta do ano 7 a.C., às portas de Belém da Judeia, Jesus Cristo nasceu virginalmente de Maria, casada com José. Depois de curto exílio no Egipto, viveu cerca de 30 anos em Nazaré, pequena cidade da Galileia, de fraca reputação. Por volta do ano 28, fez-se baptizar por João Baptista e iniciou cerca de três anos de vida pública. Ao longo deles, anunciou com grande liberdade e convicção o Evangelho do Reino de Deus, exortou à mudança de vida e recrutou discípulos, a pensar na Igreja que asseguraria a sua presença e acção junto dos homens, depois de regressar ao Pai que o enviara. As autoridades religiosas judaicas pressionaram o procurador Pilatos a condená-lo à morte, e morreu crucificado numa sexta-feira, pela Páscoa, provavelmente no ano 30. Ao terceiro dia, apareceu ressuscitado aos seus amigos, aos quais prometera o Espírito Santo e enviara a evangelizar e baptizar todas as nações. Tudo isto foi transmitido oralmente ao longo da primeira geração de cristãos, sendo passado a escrito pelos evangelistas depois de cerca do ano 70. Ao longo das gerações seguintes, durante séculos, isto foi considerado suficiente para situar a sua fé no Senhor Jesus. Mais tarde, em novo clima cultural, surgiu o desejo de um conhecimento biográfico mais rigoroso acerca de Jesus Cristo. A primeira Vida de Jesus aparece no séc. XIV. Outras “Vidas” foram aparecendo até aos dias de hoje, para edificação dos fiéis.

O mistério de Jesus
À luz da fé cristã, Jesus Cristo é Filho de Deus e Deus verdadeiro, enviado pelo Pai a fazer-se Homem (na *Encarnação), para salvar a humanidade do seu estado de perdição causado pela queda original, para isso dando a vida em sacrifício de valor infinito, como sinal de amor ao Pai e aos homens tornados filhos de Deus e seus irmãos. Em Jesus Cristo, na única Pessoa divina (segunda Pessoa da Santíssima Trindade), subsistem as duas naturezas, divina e humana. Por isso Jesus Cristo é, em pessoa, o medianeiro ou sacerdote perfeito que assegura a verdadeira *religião (palavra que vem do latim, re-ligare) que nos liga intimamente a Deus. O seu sacrifício na cruz, expressão suprema do seu amor redentor, sendo único, tem valor infinito, universal e eterno, pelo que nele podem participar todos os homens de todos os tempos, pela *Eucaristia e em geral pela *liturgia e pelos *sacramentos.

A sua doutrina
Jesus Cristo anunciou o *Reino dos Céus, que na sua plena realização consuma a perfeita comunhão dos filhos com Deus-Pai. Condição desta comunhão é acreditar (ou ter *fé) em Jesus Cristo e converter-se a uma vida de renúncia ao pecado e de amor generoso a Deus e aos irmãos. Síntese do programa de vida proposto por Jesus Cristo, é a proclamação das *bem-aventuranças (Mt 1,5ss). Recorrendo a imagens e a parábolas, foi revelando os mistérios do Reino. Ao mesmo tempo foi preparando a *Igreja, fase temporal do Reino, pelo recrutamento e formação de discípulos. Ao chegar “a sua hora” (de dar a vida por nós), instituiu os sacramentos da Eucaristia e da Ordem. Ressuscitado, conferiu aos Apóstolos, constituídos os fundamentos da Igreja, o poder de perdoar pecados. Ao subir aos Céus, enviou-os em missão, prometendo-lhes a assistência do Espírito Santo. Este desceu sobre a Igreja nascente na manhã de Pentecostes e imprimiu forte dinamismo evangelizador aos Apóstolos, que imediatamente começaram a pregar que Jesus Cristo é o Messias e só nele se encontra a verdadeira salvação.

Sua presença na história humana
Jesus Cristo, conforme prometeu, continua presente entre nós, não apenas pela sua memória de figura histórica extraordinária, mas, para quem tem fé, na Igreja como seu “*sacramento” (sinal eficaz). Apesar de inícios tão modestos (12 Apóstolos de poucas letras e alguns discípulos) a Igreja nascente cresceu rapidamente, mesmo no meio de perseguições, a ponto de, em menos de três séculos, se impor ao próprio Império Romano como a maior força social.
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